Nepal e Butão | 13 Dias desde 4568.00 €

O Nepal, pequeno em extensão, mas grande em variedade. Conhecido pelas suas montanhas, este país dos Himalaias é também o berço de interessantes cidades históricas.
O remoto reino do Butão, no coração dos Himalaias, é procurado por diversos motivos. Alguns são atraídos pelas montanhas e pelo ambiente intocado; outros, pela rica herança espiritual dos seus mosteiros e templos budistas; e há ainda aqueles movidas pela simples curiosidade de explorar um dos países menos visitados e mais exclusivos do mundo.
Vistos Obrigatórios
Nepal

1 - Requisitos de entrada

É necessário visto para entrar no Nepal, sendo que aconselhamos a consulta do website do Departamento de Imigração do Nepal para mais informações (https://www.immigration.gov.np/). É possível obter o visto no aeroporto ou nas fronteiras. O documento de viagem (passaporte) deverá ter uma validade mínima de 6 meses. A prorrogação de um visto até 30 dias é realizada junto do Departamento de Imigração. Permanecer no Nepal após o visto ter caducado poderá ter como consequência a detenção policial e dar lugar ao pagamento de multas.

2 - Saúde

A rede sanitária é muito deficiente. Os cuidados médicos ocidentais são caros, sendo normalmente exigido que o pagamento seja feito de imediato. É aconselhável a subscrição de um seguro de viagem que inclua situações de emergência, repatriamento para Portugal e resgate aéreo, se tencionar fazer montanhismo. Não se deve ingerir água que não seja engarrafada e selada e alimentos crus. É importante ter em mente que o gelo das bebidas pode não ser de água potável. Aconselha-se, antes da partida, a realização de uma consulta médica de aconselhamento ao viajante.

3 - Moeda

Moeda local: Rupia Nepalesa (NPR). 

A conversão da moeda estrangeira em moeda local pode ser realizada junto de instituições bancárias ou de cambistas. Existem máquinas multibanco na maioria das cidades e pontos turísticos.

Os principais cartões de crédito são aceites em lojas e hotéis.

4 - Idioma

Língua nepalesa, com compreensão limitada do inglês nos pontos mais turísticos.

5 -  Diferença Horária

UTC/GMT +5h45

6 - Eletricidade

230 V / 50 Hz, tomadas tipo C, D ou M

7 - Clima

Clima marcado por alturas de monção: entre junho e setembro, as chuvas torrenciais e as inundações e desabamentos de terras nas regiões montanhosas são comuns. Os meses de inverno são entre novembro e fevereiro, tornando impraticáveis as deslocações nas áreas mais elevadas. Consulte o website da Nepal Meteorological Forecasting Division (http://mfd.gov.np/) antes de viajar ou frequentar áreas mais remotas.


Butão

1 - Requisitos de entrada

O Visto e Imigração para o Butão será solicitado pelo operador turístico local após o pagamento integral do pacote turístico, necessitando do seguinte:
- Cópia digitalizada (scan) a cores do passaporte (página com a foto e os dados). A fotografia deve estar nítida. A página inteira que contém a informação deve estar visível (do topo para a base).
- O passaporte deve ter uma validade de pelo menos 6 meses após a data prevista de partida do Butão.

2 - Saúde

Uma deslocação ao exterior requer sempre que sejam tomadas determinadas precauções de saúde. Neste capítulo mencionam-se as que são de cariz essencial, sem prejuízo de que o/a viajante assegure, previamente à deslocação ao Butão, uma consulta com o/a seu médico/a num centro hospitalar em Portugal, com antecedência suficiente em relação à data de partida, desde logo por forma a ter em consideração os tempos requeridos para vacinas e eventuais doses de reforço. Assim, para esse efeito, sugere-se a leitura atenta da informação disponível online do SNS24 sobre a Consulta do Viajante.

Por forma a suportar os custos de hospitalização e, em geral, as despesas de saúde que podem ser muito elevadas no estrangeiro, é imprescindível a existência de um seguro que cubra todas as despesas médicas (incluindo cirurgia e hospitalização). Deste modo, certifique-se de que dispõe um seguro de saúde de viagem adequado que cubra os custos de tratamento médico no estrangeiro, em particular a evacuação de emergência por helicóptero caso tenha a intenção de realizar atividades recreativas de montanha, o eventual repatriamento a Portugal em caso de acidente.

Sem prejuízo de avaliação médica em contexto de uma consulta ao viajante (conforme referido anteriormente), informa-se que a vacina contra a febre amarela pode ser exigida na entrada no Butão para viajantes provenientes de países onde a doença é endémica.

3 - Clima

O clima está sujeito a grandes variações, conforme a altura do ano. A parte sul do país tem um clima tropical, enquanto o norte do país, bem dentro dos Himalaias, possui um típico clima frio de montanha. Período de monção: de junho a setembro, com vastas áreas do país isoladas pelas chuvas, cheias e deslizamentos de terras.

4 - Língua

A língua oficial é o dzongkha. As outras línguas faladas no Butão são o nepali e o sharchop kha.

5 - Moeda

A moeda local é o Ngultrum (Nu), que tem paridade com a Rupia Indiana. A Rupia Indiana é aceite no Butão como forma de pagamento. De forma geral, o Euro e o Dólar não são aceites no Butão, o que obriga a que o câmbio para a moeda local seja feito no país igualmente junto de bancos oficiais e/ou de instituições bancárias autorizadas. Assinala-se, ainda, que a maioria das principais moedas estrangeiras (designadamente o Euro) pode ser trocada no Butão. Além disso, o país não possui uma rede desenvolvida de caixas multibanco, o que dificulta o levantamento de dinheiro com cartão bancário fora de Thimphu (a capital do Butão) e Paro (cidade do Butão, situada a cerca de 40 quilómetros da capital e onde se localiza o único aeroporto internacional do país).

6 - Telecomunicações

O acesso à rede de telemóvel com um cartão SIM de um operador português pode revelar-se complicado já que nem sempre é possível ligar ou receber chamadas a partir do Butão. No entanto, é possível adquirir cartões SIM de uma operadora butanesa no país, (designadamente no Aeroporto Internacional do Butão, em Paro), o que é recomendado. A rede 4G é relativamente extensa e permite receber e-mails e utilizar aplicações de mensagens instantâneas. O acesso à Internet está disponível na maioria das grandes cidades.

7 - Diferença Horária

UTC/GMT +6h

8 - Eletricidade

230 V / 50 Hz, tomadas tipo C, D ou G

Recomenda-se aos viajantes que se ausentem de Portugal o registo das suas viagens através da aplicação “Registo Viajante”, sendo este voluntário e gratuito, facilitando a ação das autoridades portuguesas perante a ocorrência de eventuais situações de emergência com cidadãos nacionais no estrangeiro.

O registo na aplicação “Registo Viajante” permite receber informações sobre as condições de segurança, ter acesso aos contactos das representações diplomáticas e consulares de Portugal e tem ligação direta ao Gabinete de Emergência Consular.

Itinerário

1º Dia – LISBOA ou PORTO / CIDADE DE LIGAÇÃO
Comparência no aeroporto 120 minutos antes da hora prevista para a partida. Formalidades de embarque e partida em voos regulares com destino a Kathmandu, via uma cidade de ligação. Noite a bordo.

2º Dia – CIDADE DE LIGAÇÃO / KATHMANDU
Chegada ao Aeroporto Internacional de Tribhuwan, receção e transporte ao Hotel Hyatt Centric (4*) ou similar. Check-in disponível a partira das 15h. Resto do dia para descansar. Jantar e alojamento no hotel.

3º Dia – KATHMANDU
Pequeno-almoço no hotel. De manhã, visita de Kathmandu, com destaque para o monumento de Swayambhunath e a praça Durbar. O monumento de Swayambhunath trata-se de uma cúpula branca com uma torre dourada situada no topo de uma colina e visível de todos os pontos do vale a quilómetros de distância. Sem dúvida o mais antigo e enigmático de todos os santuários sagrados do Vale de Kathmandu, também conhecido como o templo dos Macacos. De seguida, visita da praça Durban situada no coração de Kathmandu, local onde o charme da cidade antiga harmoniza-se com a arquitetura tradicional num cenário culturalmente rico. Almoço em restaurante. De tarde, visita à aldeia histórica de Chobar, segundo a lenda, o ser divino Manjushree, abriu o desfiladeiro de Chobar para drenar as águas do lago que ocupava o vale, tornando a região habitável. A cerca de 7 Km de Chobar, encontra-se a antiga cidade de Kirtipur, uma verdadeira fortaleza natural e que possui uma cultura e história muito ricas. Aqui visitaremos o monumento de Chilancho, o templo de Bagh Bhairav e o templo de Uma Maheshwar, para além de muitas casas tradicionais nepalesas e praças. Regresso ao hotel, jantar e alojamento.

4º Dia – KATHMANDU
Pequeno-almoço no hotel. De manhã, visita do templo de Changunarayan, construído no séc. IV durante a dinastia Lichhavi, o templo ergue-se imponente, com vista para os campos de arroz de Bhaktapur. Reconhecido como Património Mundial da UNESCO, este templo de telhado duplo é guardado por leões de pedra em todas as 4 entradas. Almoço em restaurante. De tarde, seguimos Bhadgaon, também conhecida por Bhaktapur (Cidade dos Devotos), na qual se destaca a praça Durbar. É a cidade medieval mais bem preservada do vale de Kathmandu, exibindo uma impressionante arquitetura religiosa. Conta com 3 praças principais: Durbar, Taumadhi e Dattatreya, repletas de pagodes e templos em estilo shikhara. Regresso ao hotel, jantar e alojamento.

5º Dia – KATHMANDU
Pequeno-almoço no hotel. De manhã, visita da cidade de Patan também conhecida por Lalitpur (Cidade da Beleza), fundada no ano 250. Uma das 3 cidades reais do vale, famosa pela sua rica expressão artística e arquitetónica, situada nas margens do rio Bagmati. É uma cidade com grande número de templos budistas e hindus, bem como mais de 1000 monumentos com entalhes detalhados em madeira e pedra. Conhecida pelas suas artes e ofícios tradicionais. A praça Durbar de Patan é uma combinação de antigos palácios reais, pátios artísticos e templos de estilo pagode. As principais atrações são o museu do Palácio Real, o templo de Krishna, o templo de Bhimsen e o templo Dourado. Almoço em restaurante. De tarde, visita ao templo budista de Bouddhanath e ao templo hindu de Pashupatinath. Nos arredores de Kathmandu, encontra-se um dos maiores templos circulares do Nepal. O antigo templo (estupa) de Boudhanath, situado sobre uma enorme mandala, provavelmente uma das maiores do mundo. Rodeado por mais de 50 mosteiros, foi declarado património Mundial da UNESCO em 1979, está situado na antiga rota comercial que ligava o Tibete ao vale de Kathmandu. Terá a oportunidade de ser abençoado com um lenço dos Himalaias pelo Alto Lama do mosteiro, recebendo votos de boa saúde, prosperidade e felicidade. Além disso, poderá interagir com os monges. Situado nas margens do rio Bagmati, encontra-se o templo sagrado de Pashupati, que significa “o Senhor dos Animais”. Este templo é também Património da UNESCO desde 1979. Regresso ao hotel, jantar e alojamento.

6º Dia – KATHMANDU / PARO / THIMPU
Após levantar na receção o pequeno-almoço (breakfast box), transporte para o aeroporto. Formalidades de embarque e partida em voo Druk Air com destino a Paro (normalmente o voo parte às 09h10, mas os horários certos serão informados após a emissão dos bilhetes). Chegada a Paro, receção e transporte para Thimpu, a moderna capital do Butão e uma fascinante combinação de tradição e modernidade (cerca de 55 Km / 2h). Almoço em restaurante. Alojamento no Hotel Himalayan Keys Forest Resort (4*) ou similar. Resto dia livre, poderá aproveitar para passear por esta cidade vibrante. À noite, se o tempo o permitir, aconselhamos a visita à impressionante fortaleza de Trashicho Dzong, que alberga a sala do trono do rei e vários escritórios governamentais (o local funciona a partir das 17h nos dias úteis, pois alberga repartições governamentais, e das 9h às 17h aos fins de semana). Jantar e alojamento no hotel.

7º Dia – THIMPU
Pequeno-almoço no hotel.  O dia será dedicado à visita de Thimpu, com destaque para a estátua de Buda Dordenma, situada no topo de uma colina com vista sobre a cidade; e a estátua de Buda Shakyamuni, uma das mais altas da Ásia com os seus 52 metros. Visita ao centro de tecelagem Gagyel Lhundrup, atividade predominantemente feminina, mas neste centro privado é diferente, o que é raro no Butão. Aqui se tecem e se criam padrões novos e únicos, com combinação de cores invulgares. De seguida é a vez do Memorial Nacional Chorten, marco idealizado pelo terceiro rei do Butão, Sua Majestade Jigme Dorji Wangchuk, que desejava erguer um monumento à paz e prosperidade mundiais. E a escola de pintura Zorig Chosum (encerrada ao domingo e feriados), que abrange as 13 artes e ofícios tradicionais. A última visita da manhã será ao mosteiro de Cheri, também conhecido por Changi Dorjeden, fundado em 1620 por Ngawang Namgyal, o fundador do estado butanês, e localizado no extremo norte do vale de Thimpu, a cerca de 15 Km da cidade. Almoço tipo picnic servido em tenda típica. De tarde, visita à fábrica papel de Jungshi, e acompanhe todo o processo de fabrico artesanal de papel do início ao fim. As cascas utilizadas, as mais espessas destinam-se a escrituras sagradas, enquanto as mais finas são utilizadas para embrulho e para outros fins. À noite, aproveite para dar um passeio pela rua principal da cidade. Jantar e alojamento no hotel.

8º Dia – THIMPU / PUNAKHA
Após o pequeno-almoço no hotel, seguimos de carro para Punakha situada aproximadamente a 77 Km da capital (cerca de 3h), passando pelo Passo de Dochula, local que oferece uma bela vista panorâmica de 360º da cordilheira dos Himalaias, especialmente em dias claros de inverno (será providenciada a colocação de bandeiras de oração na montanha). Almoço em restaurante. De tarde, visita ao templo Chimi Lhakhang, em Mesina, localizado perto de Lobesa. O Chimi Lhakhang ergue-se sobre uma colina arredondada e está rodeada por centenas de bandeiras de oração. Construído em 1499, este mosteiro é dedicado ao Lama Drukpa Kinley, mestre consumado da tradição budista Mahamudra, é também conhecido como o “Santo Louco” devido aos seus métodos pouco ortodoxos de ensinar o Budismo, utilizando o canto, o humor e comportamentos extravagantes que roçavam o bizarro. Chegada a Punakha e alojamento no Hotel Lobesa Boutique Resort (4*) ou similar. Mais tarde, visita ao palácio Punakha Dzong, também conhecido por Pungtang Dechen Photrang Dzong (que significa “o palácio da grande felicidade ou bem-aventurança”). Construído por Zhabdrung Ngawang Namgyal em 1673, é o segundo “dzong” mais antigo e maior do Butão, para além de uma das estruturas mais majestosas. Jantar e alojamento no hotel.

9º Dia – PUNAKHA / PARO
Pequeno-almoço no hotel. Logo pela manhã, partida de regresso a Paro, atravessando novamente o Passo de Dochula. Neste belo vale encontramos uma cultura rica, paisagens deslumbrantes e inúmeros mitos e lendas. É o berço de muitos dos templos e mosteiros mais antigos do Butão. O monte Jhomolhari (7.300 metros) ergue-se majestoso, em toda a sua glória alva, na extremidade norte do vale, com suas águas glaciares descendo por desfiladeiros profundos formando o Pa Chu (rio Paro). O vale de Paro é um dos mais férteis do reino, produzindo a maior parte do famoso arroz vermelho do Butão, nos seus campos em socalcos. Almoço em restaurante. Após fazer o check-in no Hotel Amba Resort (4*) ou similar, terá tempo livre para explorar a cidade por sua conta. Jantar e alojamento no hotel.

10º Dia – PARO
Após um pequeno-almoço cedo, saída para uma caminhada que nos levará ao mágico mosteiro de Taktsang, conhecido como “Ninho do Tigre”, sendo o mais famoso dos mosteiros do Butão, situado de forma espetacular na encosta de um penhasco, a 900 metros acima da base do vale. Reza a lenda que, no séc. VIII, Guru Rinpoche voou no dorso de uma tigresa desde o leste do Butão até este local e meditou numa gruta durante 3 meses, daí o nome “Ninho do Tigre”. O templo principal do atual complexo monástico data de 1692. Nota Importante: esta atividade implica uma caminhada de 3h na subida e 2h30 na descida de regresso ao acampamento-base. Caso os clientes não queiram caminhar durante tanto tempo, será feita uma pequena alteração no itinerário. Neste caso, os clientes serão levados para o ponto de referência do mosteiro de Taktsang para uma paragem para fotografias e, em seguida, visitarão outro ponto turístico, o Dungtse Lhakhang, construído em 1421 pelo grande construtor de pontes de ferro Thangtong Gyelpo. Almoço na cafetaria Taktsang. Regresso ao hotel e resto da tarde livre. Jantar e alojamento no hotel.

11º Dia – PARO / KATHMANDU
De manhã cedo, transporte para o aeroporto de Paro. Formalidades de embarque e partida em voo Druk Air com destino a Kathmandu (normalmente o voo parte às 07h10, mas os horários certos serão informados após a emissão dos bilhetes). Chegada a Kathmandu, receção e transporte ao Hotel Hyatt Centric (4*) ou similar. Check-in disponível a partir das 15h. Resto do dia livre. Almoço e jantar no hotel.

12º Dia – KATHMANDU / LISBOA ou PORTO
Pequeno-almoço no hotel. Direito à ocupação do quarto até às 12h. Em hora a indicar localmente transporte ao aeroporto. Formalidades de embarque e partida em voos regulares com destino a Lisboa ou Porto, via uma cidade de ligação. Noite a bordo.

13º Dia – LISBOA ou PORTO 
Chegada a Portugal ao final da manhã, ou ao início da noite.

FIM DA VIAGEM

 

NOTA IMPORTANTE: Nos meses de Mar, Abr, Mai, Set, Out e Nov as reservas deverão de ser efetuadas pelos menos 45 dias antes da data prevista para a partida.

Inclui:

Passagem aérea em classe económica para o percurso Lisboa ou Porto / Cidade de Ligação / Kathmandu e volta, em voos regulares, com direito ao transporte de 23 Kg de bagagem (1 mala);

Passagem aérea em classe económica para o percurso Kathmandu / Paro e volta, em voos regulares, com direito ao transporte de 20 Kg de bagagem (1 mala);

Transporte dos aeroportos aos hotéis e vice-versa;

10 Noites de alojamento nos hotéis indicados ou similares (4*) incluindo o pequeno-almoço;

Circuito em viatura com ar-condicionado em Kathmandu e sem ar-condicionado no Butão;

Pensão completa (19 refeições);

Todas as visitas e entradas mencionadas no itinerário acompanhadas por guias locais falando espanhol em Kathmandu e inglês no Butão;

Taxa governamental do Reino do Butão, taxa para o desenvolvimento e taxa de Visto de Entrada no Butão;

Todos os impostos aplicáveis, taxas de aeroporto e combustível;

Seguro Multiviagens PVFM Premium5K+CIV.
 

Não inclui:

Bebidas às refeições;

Gratificações (bagageiros, motorista, guia e restaurantes);

Despesas de carácter pessoal e tudo o que não esteja como incluído de forma expressa;

Visto obrigatório de entrada no Nepal (aproximadamente € 30).
 

Notas:

Notas Importantes: Os valores acima apresentados poderão sofrer eventuais alterações em caso de significativas oscilações cambiais, de custos de combustível e/ou taxas.

Nos meses de Mar, Abr, Mai, Set, Out e Nov as reservas deverão de ser efetuadas pelos menos 45 dias antes da data prevista para a partida.

Vistos Obrigatórios